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Presidente participa de Webinar Gesel/UFRJ

A Empresa Publicado em 22/10/2020

O presidente da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), Fábio Alves, participou, na manhã dessa quarta-feira (21), do webinar "Sistema de Transmissão: aspectos econômicos associados à revitalização do parque instalado", promovido pelo GESEL/UFRJ. Durante o evento, foram debatidos os impactos e a relevância econômica sobre a cadeia produtiva, relacionados a reforços e melhorias em instalações de transmissão no setor elétrico brasileiro.


O evento teve como objetivo central analisar os impactos e relevâncias econômicas sobre a cadeia produtiva e a continuidade do serviço de transmissão, relacionados a reforços e melhorias em instalações de transmissão no setor elétrico brasileiro, em especial a substituição dos equipamentos em fim de vida útil.


A abertura foi realizada por Nelson Hubner (ex-diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL - e ex-secretário de energia do Ministério de Minas e Energia - MME); a moderação foi de Luiz Barata (ex diretor geral do Operador Nacional do Sistema - ONS); e como debatedores, além do presidente Fabio Alves, Reive Barros (Ex-secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do MME), Artur Pereira Neto (Siemens Energy Brasil - diretor da Área de Transmissão) e Gustavo Manfrim (Ministério da Economia - subsecretário de Energia da Secretaria Especial de Fazenda). A coordenação das perguntas ficou com o Dr. José Sidnei Colombo (USP).


Fabio Alves informou que há aproximadamente 60% dos ativos de transmissão com vida útil regulatória vencida, e se avalia ser necessário algo em torno de R$ 30 bilhões para reforma total.


"É preciso fazer um planejamento com urgência para equacionar a situação, de modo que o setor não venha a perder os bons índices de continuidade existentes e que também dê condições para que toda a cadeia produtiva possa se organizar para atender a grande demanda num curto prazo", afirmou o presidente.


Ao final, foi consenso que o diagnóstico e a sensibilização dos atores já estão equacionados, bem como a necessidade de um plano de investimento para os próximos 10 anos, com investimentos em torno de R$ 2 bilhões ao ano, além da remuneração daqueles equipamentos que porventura venham a continuar desempenhando suas funções após a sua vida regulatória vencida.